Palavras não podem expressar
O que sinto em meu coração
Nem mesmo as notas das canções,
Lhe mostrarão o que há em meu ser.
Pode o sol escurecer e a terra estremecer,
Eu não vou te deixar...
Nada pode apagar o que o tempo escreveu,
Dentro de mim
Te amo tanto Senhor,
Te quero tanto meu Deus...
Eu te amo tanto Senhor
Eu te quero tanto meu Deus...
Não abro mão por nada nesse mundo da tua presença
Nem todo o dinheiro, nem todas as riquezas
Me faria deixar-te
O Senhor tem sido o meu escudo,
Tem sido o meu auxílio,
Tem sido a minha água e o meu alimento,
Tem sido o meu bálsamo,
O Senhor tem sido tudo em minha vida
De que vale todas as riquezas
E todas as fortunas do mundo
Se os teus olhos não estiverem voltados
Para as nossas vidas...
Música Paulo César Baruk
Odair Rocha (Família Rocha)
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Quando os meus braços não alcançam mais...
Quando os meus braços
não alcançam mais
e não há forças para vencer
olho atrás em meu passado
e vejo tudo que Deus já fez
Eu me agarro nas promessas
Em ousadia clamarei
Meu coração bate mais forte
E vou marchando para vencer
Abre o mar pra mim Senhor
E me ensina andar
No sobrenatural
E traz o impossível
ao meu viver.
Música de André Valadão.
Odair Rocha
não alcançam mais
e não há forças para vencer
olho atrás em meu passado
e vejo tudo que Deus já fez
Eu me agarro nas promessas
Em ousadia clamarei
Meu coração bate mais forte
E vou marchando para vencer
Abre o mar pra mim Senhor
E me ensina andar
No sobrenatural
E traz o impossível
ao meu viver.
Música de André Valadão.
Odair Rocha
BUSQUE AO SENHOR
“Buscar-me-eis, e me achareis, quando me buscardes de todo o vosso coração. Serei achado de vós, diz o Senhor…” Jeremias 29.13-14
Deus quer dar um avivamento ainda hoje. Muitos cristãos estão preocupados com essa questão, sobre a qual há distintas opiniões. Existem pessoas excelentes e consagradas a Deus que pensam que o Senhor não mais manda um avivamento hoje em dia. Mas eu creio de todo o coração que um despertamento é a única preparação correta da Igreja de Jesus para a vinda do Senhor. Porém, temos efetivamente um motivo para supor que é vontade de Deus enviar um avivamento? Sim, pois a Bíblia promete avivamento!
É sempre fundamental que se descubra a vontade de Deus, inclusive para a nossa própria vida, pois uma pessoa somente pode ser feliz quando vive na esfera e no âmbito da vontade de Deus. É possível perder o melhor que Deus quer nos dar quando, por desobediência, nos recusamos a fazer a vontade de Deus. Como Deus nos revela a Sua vontade? Pela direção do Espírito Santo. O próprio Senhor Jesus disse que o Espírito Santo nos guiaria a toda a verdade. Todos aqueles que, de fato, quiserem se deixar dirigir serão guiados por Ele. O pressuposto para isso é que você queira fazer a vontade do Senhor a qualquer preço. Assim você nunca vai errar, pois o Espírito de Deus o guia a toda a verdade.
Extraído do livro “Pérolas Diárias” (de Wim Malgo).
Odair Rocha
PEGADAS NA AREIA
Uma noite eu tive um sonho...
Sonhei que estava andando na praia com o Senhor e através do céu, passavam cenas da minha vida.
Para cada cena que passava, percebi que eram deixados dois pares de pegadas na areia: um era meu e o outro era do Senhor.
Quando a última cena passou diante de nós, olhei para trás, para as pegadas na areia e notei que muitas vezes, no caminho da minha vida, havia apenas um par de pegadas na areia.
Notei também que isso aconteceu nos momentos mais difíceis e angustiosos do meu viver. Isso me aborreceu deveras e perguntei então ao Senhor:
- Senhor, Tu me disseste que, uma vez que resolvi te seguir, Tu andarias sempre comigo, em todo o caminho. Contudo, notei que durante as maiores atribulações do meu viver, havia apenas um par de pegadas na areia. Não compreendo porque nas horas em que eu mais necessitava de Ti, Tu me deixaste sozinho.
O Senhor me respondeu:
- Meu querido filho. Jamais eu te deixaria nas horas de provas e de sofrimento. Quando viste, na areia, apenas um par de pegadas, eram as minhas. Foi exatamente aí que eu te carreguei nos braços.
Do livro "Pegadas na areia" - Margareth Fishback Powers - Ed.Fundamento.
Odair Rocha
Eu e Deus
A relação de cada um com Deus é muito interessante! as vezes comentamos algo de alguém, querendo definir as caracteristicas, o caráter, a honestidade e a relação daquela pessoa com Deus - acreditando nós que sabemos tudo sobre o outro, que temos a convicção que aquela pessoa seja isso ou aquilo.
Tenho a plena conviccção de que apenas Deus sabe a relação pessoal Dele com os seus. Não acho que devemos tirar as nossas conclusões e acreditarmos piamente nelas sobre a relação de outrem com Deus.
Aprendi que, no fundo, há um segredo muito grande na relação individual com Deus. Se você não quer ou não consegue externar sua relação com Ele, muito menos Ele externará aos outros sobre os segredos firmados com vocë.
Deus é amor e age com amor, sendo justo nas decisões, mas não deixando de corrigir os seus erros e fazer a função de um Pai amoroso e que se preocupa com o crescimento pessoal e espiritual do ser humano.
Tenho os meus segredos com Deus, não apenas por ter segredos, mas pela convivência com Ele e por que Ele sabe de todas as coisas. O importante é ter a consciëncia de que Ele sabe de tudo e poder continuar caminhando com Ele com a consciëncia limpa de que procuro o melhor, buscando a santificação sempre e a maior proximidade com Ele.
Gostaria muito que as pessoas valorizassem mais a sua relação com Deus que não deve ser de apenas temor, mas de tremor e de obediência, além de podermos valorizar mais a ação mais importante que poderia existir em todos os tempos que é a vinda de Jesus ao mundo para cumprir a promessa divina.
Odair Rocha
Deus sabe de todas as coisas.
No mês de agosto de 2001, Moshê (nome fictício), um bem sucedido empresário judeu, viajou para Israel a negócios.
Na quinta feira, dia nove, entre uma reunião e outra, o empresário aproveitou para ir fazer um lanche rápido em uma pizzaria na esquina das ruas Yafo e Mêlech George no centro de Jerusalém.
O estabelecimento estava superlotado. Logo ao entrar na pizzaria, Moshê percebeu que teria que esperar muito tempo numa enorme fila, se realmente desejasse comer alguma coisa - mas ele não dispunha de tanto tempo.
Indeciso e impaciente, pôs-se a ziguezaguear por perto do balcão de pedidos, esperando que alguma solução caísse do céu. Percebendo a angústia do estrangeiro, um israelense perguntou-lhe se ele aceitaria entrar na fila na sua frente. Mais do que agradecido, Moshê aceitou. Fez seu pedido, comeu rapidamente e saiu em direção à sua próxima reunião.
Menos de dois minutos após ter saído, ele ouviu um estrondo aterrorizador. Assustado, perguntou a um rapaz que vinha pelo mesmo caminho que ele acabara de percorrer o que acontecera. O jovem disse que um homem-bomba acabara de detonar uma bomba na pizzaria Sbarro`s. Moshê ficou branco. Por apenas dois minutos ele escapara
do atentado. Imediatamente lembrou do homem israelense que lhe oferecera lugar na fila.Certamente ele ainda estava na pizzaria.
Aquele sujeito salvara a sua vida e agora poderia estar morto. Atemorizado, correu para o local do atentado para verificar se aquele homem necessitava de ajuda. Mas encontrou uma situação caótica no local. A Jihad Islâmica enchera a bomba do suicida com milhares de egos para aumentar seu poder destrutivo. Além do terrorista, de vinte e três anos, outras dezoito pessoas morreram, sendo seis crianças. Cerca de outras noventa pessoas ficaram feridas, algumas em condições críticas.
As cadeiras do restaurante estavam espalhadas pela calçada.
Pessoas gritavam e acotovelavam-se na rua, algumas em pânico, outras tentando ajudar de alguma forma.
Entre feridos e mortos estendidos pelo chão, vítimas ensangüentadas eram socorridas por policiais e voluntários. Uma mulher com um bebê coberto de sangue implorava por ajuda. Um dispositivo adicional já estava sendo desmontado pelo exército.
Moshê procurou seu "salvador" entre as sirenes sem fim, mas não conseguiu encontrá-lo. Ele decidiu que tentaria de todas as formas saber o que acontecera com o israelense que lhe salvara a vida. Moshê estava vivo por causa dele.
Precisava saber o que acontecera, se ele precisava de alguma ajuda e, acima de tudo, agradecer-lhe por sua vida.
O senso de gratidão fez com que esquecesse da importante reunião que o aguardava.
Ele começou a percorrer os hospitais da região, para onde tinham sido levados os feridos no atentado.
Finalmente encontrou o israelense num leito de um dos hospitais. Ele estava ferido, mas não corria risco de vida.
Moshê conversou com o filho daquele homem, que já estava acompanhando seu pai, e contou tudo o que acontecera. Disse que faria tudo que fosse preciso por ele.
Que estava extremamente grato àquele homem e que lhe devia sua vida.
Depois de alguns momentos, Moshê se despediu do rapaz e deixou seu cartão com ele.
Caso seu pai necessitasse de qualquer tipo de ajuda, o jovem não deveria hesitar em comunicá-lo.
Quase um mês depois, Moshê recebeu um telefonema em seu escritório em Nova Iorque daquele rapaz, contando que seu pai precisava de uma operação de emergência. Segundo especialistas, o melhor hospital para fazer aquela delicada cirurgia fica em Boston, Massachussets.
Moshê não hesitou. Arrumou tudo para que a cirurgia fosse realizada dentro de poucos dias.Além disso, fez questão de ir pessoalmente receber e acompanhar seu amigo em Boston, que fica a uma hora de avião de Nova Iorque.
Talvez outra pessoa não tivesse feito tantos esforços apenas pelo senso de gratidão. Outra pessoa poderia ter dito "Afinal, ele não teve intenção de salvar a minha vida: apenas me ofereceu um lugar na fila " Mas não Moshê. Ele se sentia profunamente grato, mesmo um mês após o atentado.
E ele sabia como retribuir um favor.
Naquela manhã de terça-feira, Moshê foi pessoalmente acompanhar seu amigo - e deixou de ir trabalhar. Sendo assim, pouco antes das nove horas da manhã, naquele dia onze de setembro de 2001. Moshê não estava no seu escritório no 101º andar do World Trade Center Twin Towers.
Relatado em palestra do Rabino Issocher Frand)
"Entrai pelas portas dele com gratidão, e em seus átrios com louvor;
louvai-o, e bendizei o seu nome." Salmos 100:4
Lê baixinho: "Jesus eu te adoro e preciso de ti, vem pra dentro do meu coração agora".
Odair Rocha (Família Rocha)
Na quinta feira, dia nove, entre uma reunião e outra, o empresário aproveitou para ir fazer um lanche rápido em uma pizzaria na esquina das ruas Yafo e Mêlech George no centro de Jerusalém.
O estabelecimento estava superlotado. Logo ao entrar na pizzaria, Moshê percebeu que teria que esperar muito tempo numa enorme fila, se realmente desejasse comer alguma coisa - mas ele não dispunha de tanto tempo.
Indeciso e impaciente, pôs-se a ziguezaguear por perto do balcão de pedidos, esperando que alguma solução caísse do céu. Percebendo a angústia do estrangeiro, um israelense perguntou-lhe se ele aceitaria entrar na fila na sua frente. Mais do que agradecido, Moshê aceitou. Fez seu pedido, comeu rapidamente e saiu em direção à sua próxima reunião.
Menos de dois minutos após ter saído, ele ouviu um estrondo aterrorizador. Assustado, perguntou a um rapaz que vinha pelo mesmo caminho que ele acabara de percorrer o que acontecera. O jovem disse que um homem-bomba acabara de detonar uma bomba na pizzaria Sbarro`s. Moshê ficou branco. Por apenas dois minutos ele escapara
do atentado. Imediatamente lembrou do homem israelense que lhe oferecera lugar na fila.Certamente ele ainda estava na pizzaria.
Aquele sujeito salvara a sua vida e agora poderia estar morto. Atemorizado, correu para o local do atentado para verificar se aquele homem necessitava de ajuda. Mas encontrou uma situação caótica no local. A Jihad Islâmica enchera a bomba do suicida com milhares de egos para aumentar seu poder destrutivo. Além do terrorista, de vinte e três anos, outras dezoito pessoas morreram, sendo seis crianças. Cerca de outras noventa pessoas ficaram feridas, algumas em condições críticas.
As cadeiras do restaurante estavam espalhadas pela calçada.
Pessoas gritavam e acotovelavam-se na rua, algumas em pânico, outras tentando ajudar de alguma forma.
Entre feridos e mortos estendidos pelo chão, vítimas ensangüentadas eram socorridas por policiais e voluntários. Uma mulher com um bebê coberto de sangue implorava por ajuda. Um dispositivo adicional já estava sendo desmontado pelo exército.
Moshê procurou seu "salvador" entre as sirenes sem fim, mas não conseguiu encontrá-lo. Ele decidiu que tentaria de todas as formas saber o que acontecera com o israelense que lhe salvara a vida. Moshê estava vivo por causa dele.
Precisava saber o que acontecera, se ele precisava de alguma ajuda e, acima de tudo, agradecer-lhe por sua vida.
O senso de gratidão fez com que esquecesse da importante reunião que o aguardava.
Ele começou a percorrer os hospitais da região, para onde tinham sido levados os feridos no atentado.
Finalmente encontrou o israelense num leito de um dos hospitais. Ele estava ferido, mas não corria risco de vida.
Moshê conversou com o filho daquele homem, que já estava acompanhando seu pai, e contou tudo o que acontecera. Disse que faria tudo que fosse preciso por ele.
Que estava extremamente grato àquele homem e que lhe devia sua vida.
Depois de alguns momentos, Moshê se despediu do rapaz e deixou seu cartão com ele.
Caso seu pai necessitasse de qualquer tipo de ajuda, o jovem não deveria hesitar em comunicá-lo.
Quase um mês depois, Moshê recebeu um telefonema em seu escritório em Nova Iorque daquele rapaz, contando que seu pai precisava de uma operação de emergência. Segundo especialistas, o melhor hospital para fazer aquela delicada cirurgia fica em Boston, Massachussets.
Moshê não hesitou. Arrumou tudo para que a cirurgia fosse realizada dentro de poucos dias.Além disso, fez questão de ir pessoalmente receber e acompanhar seu amigo em Boston, que fica a uma hora de avião de Nova Iorque.
Talvez outra pessoa não tivesse feito tantos esforços apenas pelo senso de gratidão. Outra pessoa poderia ter dito "Afinal, ele não teve intenção de salvar a minha vida: apenas me ofereceu um lugar na fila " Mas não Moshê. Ele se sentia profunamente grato, mesmo um mês após o atentado.
E ele sabia como retribuir um favor.
Naquela manhã de terça-feira, Moshê foi pessoalmente acompanhar seu amigo - e deixou de ir trabalhar. Sendo assim, pouco antes das nove horas da manhã, naquele dia onze de setembro de 2001. Moshê não estava no seu escritório no 101º andar do World Trade Center Twin Towers.
Relatado em palestra do Rabino Issocher Frand)
"Entrai pelas portas dele com gratidão, e em seus átrios com louvor;
louvai-o, e bendizei o seu nome." Salmos 100:4
Lê baixinho: "Jesus eu te adoro e preciso de ti, vem pra dentro do meu coração agora".
Odair Rocha (Família Rocha)
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